segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Futrico Sabarense

Molho de jabuticaba: Ferva por 15 minutos a jabuticaba e a água. Não é preciso mexer durante o cozimento. Depois de cozido, coe passando por uma peneira. Coloque o caldo para ferver em uma panela com o açúcar e os temperos por cinco minutos. Acrescente o amido de milho diluído em um pouquinho de água. Misture, mexendo bem.

Língua: Em uma panela, junte o óleo com o alho e o sal. Torrado o alho, coloque a língua fatiada. Mexa um pouco e acrescente a água para terminar de cozinhar. Deixe no fogo por cerca de cinco minutos. Acrescente a gosto o molho de jabuticaba e deixe ferver por mais cinco minutos.

Sugestão: Sirva com purê de batata ou arroz.




      Ingredientes

Molho de jabuticaba:
1 l de jabuticaba
1/2 l de água
1/2 xícara (chá) de açúcar
1 colher (sopa) rasa de amido de milho
1/2 colher (café) de orégano
1/2 colher (café) de pimenta-do-reino
1/2 colher (café) de pimenta-calabresa
Cominho
Alecrim
Sal
Língua:
2 colheres (sopa) de óleo
1 colher (sopa) de sal e alho
1 língua de boi (limpa e aferventada)

Suflê de queijo minas e bacon

Retire a pele do bacon, corte as fatias, coloque-as em uma frigideira e ligue o fogo. Deixe que fritem até dourar. 
Retire do fogo e escorra. Unte uniformemente as fôrmas de suflê. 
Derreta a manteiga em uma panela e adicione a farinha, misturando constantemente. Cozinhe a mistura até que fique cremosa. 
Aos poucos, adicione o leite gelado. Fora do fogo, coloque as gemas e misture. Bata as claras em neve com uma pitada de sal e adicione à mistura, mexendo delicadamente. 
Em seguida, acrescente o queijo ralado e o bacon. 
Tempere com sal, pimenta-do-reino e noz moscada. 
Despeje a massa nas fôrmas e leve ao forno a 180° C entre 20 e 25 minutos.



Ingredientes


100 g de bacon em fatias grossas
50 g de manteiga
50 g de farinha
350 ml de leite
6 gemas de ovo
6 claras de ovo
100 g de queijo de minas curado ralado
Sal
Pimenta-do-reino
Noz-moscada

Pãezinhos de cenoura recheados com requeijão

No liquidificador, bata todos os ingredientes, com exceção da farinha de trigo. Coloque a massa em uma bacia grande e adicione farinha aos poucos, mexendo com uma colher de pau (coloque 1 xícara por vez). Quando a massa ficar pesada, comece a sovar com as mãos. Não precisa sovar muito, apenas misture bem os ingredientes e deixe a mistura bem homogênea e lisa. Deixe descansar e crescer por 40 minutos.

Recheio: Separe a massa em bolinhas do mesmo tamanho. Abra bolinha por bolinha e coloque uma colher (chá) de requeijão. Feche com as mãos. Vá colocando em uma fôrma, untada com óleo, do centro para as laterais (pode colocar uma bolinha encostada na outra). Pincele uma gema em cima de todo o pão. Asse em forno preaquecido a 180°C por 40 minutos.




Ingredientes

1 cenoura cozida e cortada em rodelas
2 ovos
1/2 xícara de leite morno
1/2 xícara de óleo
1 colher (chá) de manteiga em temperatura ambiente
1 colher (sopa) de fermento biológico seco
1 colher (café) de sal
Farinha
1 copo de requeijão cremoso

Scones de banana com canela

Em uma tigela média, coloque a farinha, o açúcar, o fermento e a canela. 
Misture tudo. 
Corte a manteiga em cubinhos e misture a farinha com a ponta dos dedos até ficar parecido com uma farofa. Junte o leite e a essência de baunilha, mexendo delicadamente. Acrescente a banana picada e misture para envolvê-la junto à massa. 
Abra a massa em uma superfície lisa até atingir mais ou menos 2,5 centímetros de espessura. 
Use cortadores de biscoitos ou molde do jeito que desejar com uma faca lisa. 
Disponha os scones numa assadeira forrada com papel-alumínio ou papel-manteiga, separados um do outro. 
Decore-os com uns pedaços de banana picada, com açúcar ou canela por cima. 
Leve ao forno preaquecido a 180° C e asse por 20 minutos ou até que estejam dourados.


Ingredientes

1 1/2 xícara de farinha de trigo
2 colheres (sopa) de açúcar mascavo ou cristal
1 colher (chá) de fermento em pó
1 1/2 colher (chá) de canela em pó
3 colheres (sopa) de margarina ou manteiga (pode ser com sal)
4 a 5 colheres (sopa) de leite
2 bananas maduras cortadas em cubinhos
1 colher (chá) de essência de baunilha (opcional)

terrine de carne e batata



Junte o pão, a carne, o queijo, o ovo, o alho, a salsa, o sal e a pimenta. Cozinhe as batatas. Em uma fôrma untada, coloque camadas de batata e regue com azeite. Coloque a massa de carne e pressione. Regue com o leite e distribua a manteiga. Leve ao forno preaquecido até ficar dourado.



 Ingredientes
2 fatias de pão de forma
1/3 de xícara (chá) de caldo de legumes
250 g de carne moída
100 g de queijo parmesão ralado
1 ovo batido
1 dente de alho picado
3 colheres (sopa) de salsa picada
Sal, azeite e pimenta a gosto
4 batatas médias fatiadas
1/4 de xícara (chá) de leite
30 g de manteiga gelada

Doce e picante que ficou amargo

 

Produto típico de Bento Rodrigues, distrito destruído por rompimento de barragem, a geleia de pimenta-biquinho estava em vias de ganhar o mundo e hoje é uma raridade; chefs da Cantina Piacenza e do Xapuri reviveram o produto na criação de novos pratos


A iguaria típica de Bento Rodrigues se tornou parte da sua identidade. O nome do distrito, antes pouco conhecido, passou a ser levado para outros Estados inscrito no pote da geleia em letras miúdas. O produto, vermelhinho sem nenhum tipo de corante e de textura fluida, definitivamente, agradou.
A produtora Keila Vardele Fialho dos Santos, 32, mentora da ideia, se orgulha: “Todo mundo que ia lá no Bento e que conhecia a nossa associação se apaixonava e voltava. Acho que, pela força de vontade que a gente tinha de vencer, todo mundo gostava da gente”.

Junto a outras sete mulheres e dois homens, ela se encarregou de adequar o prédio utilizado antes para a produção de verduras em conserva. Os próprios produtores cuidaram para que a elaboração da geleia estivesse dentro dos conformes. “Era a gente que fazia tudo, inclusive serviço de servente de pedreiro pra arrumar o prédio, readequar. Ninguém tinha preguiça de trabalhar”, lembra.
Depois de conseguir o selo da Anvisa e ter o espaço readequado, a geleia já estava em vias de ser vendida em grandes redes de supermercados, além de já ser comercializada em outros Estados e no Mercado Central, em Belo Horizonte. Mas o rompimento da barragem de Fundão, que devastou Bento Rodrigues, interrompeu o trabalho de quase dez anos.
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“A nossa associação de produção de geleia de pimenta-biquinho era o nosso xodó. A gente não precisava depender de marido, era o nosso trabalho. O que a gente quer é que eles (a Samarco, empresa responsável pela tragédia) consigam um espaço e os equipamentos como tínhamos lá, para continuarmos o nosso trabalho”, diz.
Segundo ela, foi possível salvar cerca de 700 garrafas PET cheias de pimenta-biquinho, totalizando cerca de mil quilos do fruto. Conservadas na salmoura, elas têm uma vida útil de até dois anos. “Dá pra trabalhar muito ainda”, espera Keila Vardele.
Cobertura tragedia rompimento barragem Fundao
Quando o estoque acabar, no entanto, a produtora não sabe como vai continuar tocando a associação, já que a produção dependia da colheita da biquinho que brotava diretamente da terra de Bento Rodrigues, que não existe mais.

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Relíquia. Além da matéria-prima em estoque, os produtores da associação de pimenta-biquinho de Bento Rodrigues conseguiram salvar 26 caixas de geleia com 24 potes em cada uma. Cada pote era vendido por R$ 7 antes da tragédia. Hoje, é possível encontrar a geleia por R$ 15 em lojas especializadas em pimentas no Mercado Central.

Um pote na mão, uma ideia na cabeça

O chef Americo Piacenza, da Cantina Piacenza, e o chef Flávio Trombino, do restaurante Xapuri, toparam o desafio e apresentaram propostas distintas e deliciosas.

Piacenza decidiu usar a geleia para criar um molho agridoce a ser servido com um fagotini de queijo minas. O prato, que pode ser incorporado ao cardápio de Natal, ainda não é comercializado no estabelecimento, mas já agradou a quem experimentou.

“Antes de chegar a essa receita, pensei em fazer um terrine ou um javali, que também combinam muito bem com o agridoce, mas achei que o queijo minas ia dialogar mais com essa história. E no Natal já tem muita carne também, por isso pensei no diferencial da massa”, explica.

Além da geleia, a receita também utiliza a pimenta-biquinho fresca, alecrim, queijo minas e ricota, além de uma fusão de vinho, cebola e manteiga.

A cantina também já foi ponto de recolhimento de doações. A solidariedade a Bento Rodrigues foi a principal motivação para a criação de uma receita utilizando um produto original do distrito.

“Eu tinha até um certo preconceito em relação ao uso da pimenta-biquinho em conserva no vinagre ou em forma de geleia, por ser uma pimenta de sabor bem delicado e por achar que ela deveria ser explorada fresca. Mas essa geleia de Bento Rodrigues me surpreendeu por causa do sabor”, conta Américo. 

Uma geleia e as várias formas de usá-la 

O chef Flávio Trombino, do Xapuri, preferiu aproveitar a geleia de pimenta-biquinho de Bento Rodrigues sem retoques. Ela acompanhou os bolinhos de banana-da-terra com carne-seca criados por ele. “Esse bolinho foi extinto do cardápio, mas eu costumo fazê-lo em ocasiões especiais, em eventos, por exemplo. Ele combina muito com o sabor agridoce da geleia de pimenta”, explica.
FOTO: Cesar Tropia 29.8.2005
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Originalmente, os bolinhos eram acompanhados de geleia de pimenta dedo-de-moça, mas a experiência com a de biquinho não poderia ter dado mais certo.

“A pimenta-biquinho é a que tem menos ardência, perdendo só para o pimentão. Em uma escala de 0 a 10 em termos de grau de picância, ela está entre 0 e 1”, diz. E é isso que torna o sabor da geleia feita com a biquinho mais suave e puro, sem a necessidade de utilizar muitos outros ingredientes para amenizar a ardência. Trombino também divaga sobre outras possíveis aplicações da geleia, inclusive em pratos doces.

“Temos um bolinho de mandioca com muçarela que também cairia muito bem com essa geleia. Uma carne de barriga de porco também combinaria muito com esse sabor agridoce. De sobremesa, a gente poderia criar, por exemplo, um cheese cake com geleia de pimenta-biquinho”, conta.

Arte perdida. O Xapuri utiliza prioritariamente produtos próprios artesanais, mas alguns ingredientes têm passe livre para serem trazidos de outros lugares e incorporados às receitas. Um deles é o melaço de Crispim, produzido há pelo menos seis gerações em Santa Cruz do Escalvado, cidade localizada a cerca de 120 quilômetros de Bento Rodrigues, que também sente os efeitos do grave acidente ambiental. “Esse é o melhor melaço que eu já experimentei, por isso trouxe para cá. É uma arte. Ele tem o gosto puro de rapadura. A cidade não recebeu a lama diretamente, mas já sofre com os efeitos dela”, explica.

Ele conta que o comércio na cidade está enfraquecido. “Muitos produtores ali compravam produtos em distritos vizinhos e já nãos os encontram mais. Há dificuldade de acesso para o transporte de mercadorias e produtos. O melaço mesmo provavelmente vai encarecer, vai ficar mais difícil de encontrar. A produção artesanal dessa iguaria pode estar prejudicada”.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Costela da sogra com jiló da tia (costelinha com jiló) Quase Nada - comida de buteco

Ingredientes:
1 kg de costelinha magra 
50g de manteiga sem sal
100g de farinha de trigo
01 copo de vinho branco
02 L de água
Salsinha e cebolinha a gosto
Sal e alho a gosto
01 colher (sopa) de coloral
01 kg de jiló bem verde
02 limões01 L de água
02 colheres (sopa) de tempero industrial
03 colheres (sopa) de farinha de trigo
01 colher (chá) de sal



Preparo:
Pegue a costelinha. Fritar até o ponto de ficar macia. Enquanto estiver fritando, colocar o sal, o alho, a cebolinha, a salsinha e o colorau. Depois, retirar da panela a carne e reservar.
Deixar o caldo e acrescentar a água, o vinho, à farinha, à manteiga. Depois que o caldo engrossar, acrescentar a carne e deixar cozinhar por mais 20 minutos. Descascar o jiló, cortar em rodelas bem
finas e deixar em 1 litro de água com o suco de dois limões. Para empanar: Secar as rodelas de jiló.
Empanar na mistura da farinha, tempero industrial e sal. 
Fritar em óleo a temperatura de 180º.

Cassoullett Mineiro - comida de buteco

Ingredientes:
500grs de feijão branco bem cozido
01 lata de pomarola, a mesma medida de leite de vaca.
200grs de paio picado
200grs de lingüiça calabresa picada
200grs lingüiça de lombo picadinha
500grs de costelinha de porco picada
500grs de bacon fatiado, cheiro verde e folha de louro à vontade.
torresmo frito a gosto para guarnição.


Preparo:
Fritar as linguiças e reservar. 
Na mesma panela fritar o bacon e reservar. Fritar a costelinha de porco e reservar. Escorrer um pouco do óleo que fica na panela e refogar a pomarola, colocar o tempero a gosto, acrescentar o feijão (com a água do cozimento), o leite de vaca e deixar ferver bem. Servir acompanhado com o torresmo e torradas. 
Bom Apetite!!!

Dobradinha a milanesa comida de buteco

Ingredientes:
Dobradinha
Alho
Sal
Pimenta-do-reino



Preparo:
Pegar uma quantidade satisfatória de dobradinha em tamanhos maiores (tipo).
(Bifes grandes) e limpar bem, temperar com alho, sazon para carne, sal e um pouco de pimenta do reino. ( ou Tempero do chefe no Mercado Central)
Deixar nesse tempero de um dia para o outro na geladeira em uma vasilha tampada.
No dia seguinte, cozinhar a dobradinha em panela de pressão por 50 minutos, contados após começar a sair o vapor, até a dobradinha ficar bem macia.
Retirar da panela de pressão, deixar esfriar e passar os bifes no ovo batido e depois na farinha de rosca.
Fritar em óleo bem quente até ficar dourada. 
Escorrer em toalha de papel e cortar, em uma tábua de carne em pedacinhos pequenos. 
Servir no prato como tira gosto, acompanhado de molho de pimenta e molho inglês.


LEMBRETE: Fritar as dobradinhas somente quando requisitada pelo cliente para que o prato vá para a mesa bem quentinho e fresco.
Pode guardar as dobradinhas já prontas para serem fritas, ou seja, já cozidas, passadas no ovo e na farinha de rosca.

dica esperta!!!

Molho tártaro: 
. 250g de maionese
. 200g de picles picado
Molho tártaro: 
Em uma molheira, misture a maionese com o picles picado. Sirva a dobradinha acompanhada com o molho
Dica:
Substitua o molho tártaro por catchup, maionese ou mostarda.

Ômega 3 pode proteger contra a esquizofrenia

Entretanto, amostra limitada indica que novos testes são necessários

A-
Fontes. Além dos peixes de água salgada e na versão óleo, o ômega 3 está em nozes e nas linhaças dourada e marrom

NOVA YORK, EUA. Uma suplementação em ômega 3 pode reduzir significativamente o risco de desenvolver esquizofrenia em pessoas jovens e que correm esse risco, segundo um estudo publicado na revista “Nature Communications”.

Para chegar a esse resultado, uma equipe de pesquisadores australianos e austríacos deu suplementos alimentares à base de ômega 3 por 12 semanas a um grupo de 41 pessoas com idade entre 13 e 25 anos, consideradas com alto risco de desenvolver psicoses.
Comparando-as com um grupo de 40 jovens da mesma idade e com risco semelhante, mas que receberam placebo, os pesquisadores descobriram que apenas 10% dos jovens do primeiro grupo haviam desenvolvido esquizofrenia nos sete anos seguintes, contra 40% no segundo grupo.
A doença também apareceu mais cedo no grupo do placebo, que também apesentou um número maior de outras doenças mentais durante o período do estudo.
EntendaA esquizofrenia é um transtorno mental grave que se manifesta por uma perda de contato com a realidade e que geralmente aparece na adolescência ou início da idade adulta.
O ômega 3 é um ácido graxo essencial, indispensável para o bom funcionamento do cérebro, sistema nervoso e retina, mas também acredita-se que tenha um efeito benéfico sobre o coração e a saúde mental.
É encontrado em grandes quantidades em peixes gordurosos (sardinha, cavala, arenque, salmão) ou em nozes, canola e soja, mas a sua ingestão continua a ser insuficiente em países desenvolvidos.
Dados seus supostos benefícios, o ômega 3 também invadiu os supermercados sob a forma de suplementos alimentares, o que levou as autoridades de saúde em diversos países a emitir recomendações para o consumo máximo desejável (2 g a 3 g por dia).
Em seu estudo, os pesquisadores acreditam que esses primeiros resultados “oferecem esperanças alternativas aos tratamentos de pessoas jovens com risco de desenvolver psicoses”.
Mas eles também reconhecem que a sua amostra é limitada e que novos estudos são necessários para confirmar as suas observações ou para descobrir o mecanismo de ação pelo qual o ômega 3 pode prevenir tais psicoses.
Flash
Esquizofrenia. Esse transtorno mental se manifesta por meio de uma perda de contacto com a realidade. Surge geralmente na adolescência.

Especialista fala sobre a relação da depressão com a obesidade

Estudo publicado na revista Archives of General Psychiatry mostra que pessoas obesas têm um risco 55% maior de desenvolver depressão


Sintomas surgem com depressão
Depressão e obesidade podem estar inteligadas


Será que as pessoas ganham peso porque estão deprimidas, ou ficam deprimidas porque estão acima do peso? Uma revisão de 15 estudos encontrou evidências de que ambos os cenários são verdadeiros.
O estudo, publicado em 2010 na revista Archives of General Psychiatry, descobriu que as pessoas obesas têm um risco 55% maior de desenvolver depressão ao longo do tempo em comparação com pessoas de peso normal.
Viviane Christina de Oliveira, Endocrinologista e Metabologista da Endoquali, explica as razões pelas quais a obesidade pode aumentar o risco de depressão.

• Ambas as condições parecerem decorrer (pelo menos em parte) a partir de alterações na química e função do cérebro em resposta ao estresse.
• Fatores psicológicos também são plausíveis. Em nossa cultura, magro é igual a belo, e estar acima do peso pode diminuir a autoestima, um gatilho conhecido para a depressão.
• Padrões alimentares alterados, bem como o desconforto físico de ser obeso, são conhecidos por promover a depressão. O estudo também descobriu que as pessoas deprimidas têm um risco 58% maior de se tornarem obesos.
Aqui estão algumas razões em que a depressão pode levar à obesidade:
• Níveis elevados de hormônio do estresse cortisol (comum em pessoas com depressão) podem alterar as células de gordura com maior acúmulo de gordura, especialmente na região abdominal.
• Pessoas que se sentem deprimidas muitas vezes não tem o estímulo para comer corretamente e fazer exercícios físicos regularmente, tornando-as mais propensas a ganhar peso.
• Alguns medicamentos utilizados para tratar a depressão causam ganho de peso.